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A mostrar mensagens de junho, 2019

Por que é que há doentes de Parkinson com problemas no andar?

Nas fases mais avançadas da doença de Parkinson, a estimulação cerebral profunda melhora a qualidade de vida dos doentes. Contudo, alguns que fazem esse tratamento acabam por ficar com o andar afectado. Ana Raquel Barbosa, médica interna, quer perceber quem são esses doentes, quais as suas características e como se poderá reverter as complicações na sua marcha. Com este projecto de investigação, a médica venceu o Prémio João Lobo Antunes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no valor de 40 mil euros. A cerimónia de entrega desta distinção é esta quarta-feira de manhã no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Ana Raquel Barbosa é médica interna de neurologia no Hospital de Egas Moniz, em Lisboa, e a sua área específica é a das doenças de movimento. “Dentro das doenças de movimento, a doença de Parkinson é aquela em que temos mais doentes nas consultas”, diz a médica de 31 anos. Como tal, observou quais eram as dificuldades com que esses doentes se deparavam e como poderia intervir.

Ciência para diferentes públicos alvos - 10º ano

Projecto realizado no âmbito da Unidade Curricular Projecto em Ciências Biomédicas do mestrado em Ciências Biomédicas da FCS/UBI, coordenação do Prof. Doutor Eduardo Cavaco, apoio da Prof. Doutora Ana Isabel Rodrigues Gouveia e Dr.ª Maria João Lima. Este é um projecto que visa ir ao encontra das comunidades, onde os alunos são desafiados a pensar ciência para diferentes públicos desde os 3 aos 100 anos de idade. Esta actividade decorreu com um turma do 10º ano na Escola Qui nta das Palmeiras onde fomos muito bem recebidos. A actividade preparada e desenvolvida intitulou-se: “Aprender com a Ciência” organizada pelos alunos Aida Raposo, Mónica da Silva, Flávia Costa Ferreira e Miguel Moreira. A actividade passou por três estações com Dendrites de Estanho, Difusão: Um Movimento Misterioso e Velocidade das Reacções. O nosso obrigado aos participantes, à Prof. Ernesta Parreira e à Escola Quinta das Palmeiras, estão todos de parabéns, pois as actividades foram um sucesso. MAIO 2019
Descoberto antídoto para um dos seres vivos mais venenosos do mundo: Através de um medicamento usado para o colesterol, conseguiu-se parar a necrose e atenuar a dor provocada pela picada da vespa-do-mar em ratinhos. Ninguém se deixe encantar pela beleza da medusa Chironex fleckeri: ela tem veneno suficiente para matar mais de 60 pessoas. Conhecida como vespa-do-mar, esta medusa é assim um dos seres vivos mais venenosos do mundo. Portanto, a ambição para encontrar um antídoto que a afrontasse era grande. Agora, em testes com células humanas e de ratinhos, uma equipa de cientistas da Austrália e da China descobriu um medicamento que consegue bloquear os sintomas da picada desta medusa se for aplicado 15 minutos depois do ataque. No futuro, o objectivo é desenvolver um produto de uso tópico para humanos. A vespa-do-mar tem cerca de 60 tentáculos que podem chegar aos três metros de comprimento. Vive nas águas costeiras da Austrália, da Papuásia-Nova Guiné, do Vietname e das Filipinas

O que liga a orquídea ao cancro? Regeneração de tecidos e imunoterapia

Segundo uma investigação pioneira, poderá ter um impacto previsível na regeneração de tecido ósseo e em futuros tratamentos do cancro. Uma equipa da Universidade de Macau está a realizar uma investigação pioneira a partir de uma orquídea com previsível impacto na regeneração de tecido ósseo e em futuros tratamentos do cancro. "Há um caminho longo a percorrer", mas duas das aplicações médicas da descoberta podem passar pela "regeneração de tecido e imunoterapia para tratamento do cancro", sublinhou o professor Wang Chunming em declarações à Lusa. A 17 de abril, a Universidade de Macau tinha anunciado que a equipa liderada por Wang era "a primeira no mundo a desenvolver com sucesso um novo tipo de substituto de tecido baseado em fatores bioativos isolados de uma erva medicinal chinesa", a 'Bletilla Striata', espécie de orquídea do Sudeste Asiático. A equipa concluiu testes de laboratório e explora agora a possibilidade de avançar com estudo