Atenção! Resultados "
Qual é o melhor logótipo e slogan para Ciências Biomédicas? "
O vencedor é.... Beatriz Mateus, com 322 votos!
Muitos parabéns!!
"Can a mouse be cloned indefinitely? Decades-long experiment has answers"
Um estudo publicado na Nature descreve que a clonagem de ratos foi realizada ao longo de múltiplas gerações sucessivas, atingindo um máximo de 58 gerações antes de se verificarem falhas no processo.
De acordo com os investigadores, os clones iniciais apresentavam características normais, mas, com a repetição contínua da técnica, foram sendo acumuladas alterações genéticas. Estas mutações, inicialmente não detetáveis, tornaram-se progressivamente mais significativas, afetando a viabilidade dos organismos nas gerações mais avançadas.
Os resultados indicam que a acumulação de alterações no ADN ao longo de ciclos repetidos de clonagem está associada à limitação observada, comprometendo a continuidade do processo.
"Cientistas descobrem proteína que transforma gordura castanha numa máquina de queimar calorias"
Artigo científico:
Serdan, T.D.A., Cervantes, H., Frank, B. et al. SLIT3 fragments orchestrate neurovascular expansion and thermogenesis in brown adipose tissue. Nat Commun 17, 2445 (2026). https://doi.org/10.1038/s41467-026-70310-9
O estudo centra-se numa proteína chamada SLIT3, que ajuda a construir o "sistema de fiação" interno da gordura castanha, promovendo a formação de vasos sanguíneos e ligações nervosas necessárias para a queima eficiente de energia.
Ao contrário da gordura branca (que armazena energia), a gordura castanha queima calorias para produzir calor através da termogénese. No entanto, esta investigação mostra que simplesmente ter gordura castanha não é suficiente — é necessário que esteja devidamente estruturada e conectada para funcionar na sua capacidade máxima.
Curiosamente, a via SLIT3 está também ligada à inflamação, à sensibilidade à insulina e à saúde metabólica, sugerindo um papel mais abrangente em condições como a obesidade e a resistência à insulina.
Isto abre uma nova direção para o tratamento: em vez de se concentrar apenas na supressão do apetite (como acontece com medicamentos como a semaglutida), as futuras terapias podem ter como objetivo aumentar o gasto energético, melhorando a atividade da gordura castanha. Embora ainda em fase inicial de investigação, esta descoberta realça uma mudança promissora — das estratégias de "comer menos" para soluções de "queimar mais" no combate às doenças metabólicas.
Serdan, T.D.A., Cervantes, H., Frank, B. et al. SLIT3 fragments orchestrate neurovascular expansion and thermogenesis in brown adipose tissue. Nat Commun 17, 2445 (2026). https://doi.org/10.1038/s41467-026-70310-9
Investigadores da Universidade de Nova Iorque descobriram um mecanismo fundamental que pode reformular a nossa abordagem à perda de peso e à saúde metabólica.
O estudo centra-se numa proteína chamada SLIT3, que ajuda a construir o "sistema de fiação" interno da gordura castanha, promovendo a formação de vasos sanguíneos e ligações nervosas necessárias para a queima eficiente de energia.
Ao contrário da gordura branca (que armazena energia), a gordura castanha queima calorias para produzir calor através da termogénese. No entanto, esta investigação mostra que simplesmente ter gordura castanha não é suficiente — é necessário que esteja devidamente estruturada e conectada para funcionar na sua capacidade máxima.
Curiosamente, a via SLIT3 está também ligada à inflamação, à sensibilidade à insulina e à saúde metabólica, sugerindo um papel mais abrangente em condições como a obesidade e a resistência à insulina.
Isto abre uma nova direção para o tratamento: em vez de se concentrar apenas na supressão do apetite (como acontece com medicamentos como a semaglutida), as futuras terapias podem ter como objetivo aumentar o gasto energético, melhorando a atividade da gordura castanha. Embora ainda em fase inicial de investigação, esta descoberta realça uma mudança promissora — das estratégias de "comer menos" para soluções de "queimar mais" no combate às doenças metabólicas.
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