Men with penis injuries, deformities, or severe
Peyronie's disease—which causes excessive scarring that can curve or shrink the
penis—sometimes need surgery to reconstruct their genitalia and restore their
sexual function. Many receive a graft made of their own tissue, cadaver tissue,
or pig intestines, but the surgery can cause complications, including erectile
dysfunction.......
quinta-feira, 24 de maio de 2012
O Pénis pode ser Melhorado com Células Estaminais!!!?
Men in need of
penis reconstruction could soon enjoy the benefits of a special ingredient:
stem cells. A new study in rats shows that lacing a penis graft with adult stem
cells yields better healing and sexual function than using the graft alone. The
finding may point the way to improved treatments for a variety of human penile
impairments.
The creation of this blog came from a challenge posed to Masters students of Biomedical Sciences of the University of Beira Interior, Covilhã (Portugal), by Professor Doctor José Eduardo Cavaco within the course "Project in Biomedical Sciences''.
The Biomedical Sciences combine the areas of Biology, Biochemistry, Physics, Management and Engineering, stimulating the capacity for self learning, critical thinking and adaptation to new technologies.
Thus, the Biomedics integration in different areas of the national and international job market is possible as technical supporters in clinical environment, consulting, industry, education and research.
For more information: http://www.ubi.pt/Curso/907.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Estudar o peixe-zebra pode ajudar
a compreender problemas psiquiátricos
Artigo revela que o 'Danio rerio' adapta o seu comportamento segundo estímulos
In "Ciência Hoje" 21-05-2012
Cientistas da Escola de Ciências Químicas e Biológicas Queen Mary, da Universidade de Londres, mostraram que o peixe-zebra (Danio rerio) pode ser usado para estudar as causas subjacentes às desordens psiquiátricas. O estudo publicado no jornal «Behavioural Brain Research» revela que o peixe-zebra pode modificar o seu comportamento em resposta a situações diversas.
A responsável pelo estudo, Caroline Brennan explica que o peixe-zebra
se está a tornar um dos modelos animais mais úteis para o estudar o
desenvolvimento dos mecanismos genéticos subjacentes a várias desordens
de foro psiquiátrico.
![]() |
| O peixe-zebra ('Danio rerio') |
Os investigadores utilizaram 15 peixes-zebra numa série de experiências
que envolveram a escolha de cores. Conseguiram que o peixe aprendesse a
escolher a cores que lhe dava direito a comida. Reverteram depois as
cores e os animais alteraram a sua escolha para a correcta. Na segunda
fase, introduziram duas novas cores e recomeçaram o processo.
Os peixes foram capazes de mudar o seu comportamento em conformidade,
aprendendo de uma forma mais rápida do que na primeira fase. A este
processo os psicólogos chamam “flexibilidade comportamental”. A
investigação põe em causa estudos anteriores que sugeriam que os peixes
não eram capazes realizar este processo, ao contrário dos mamíferos,
porque não possuem córtex pré-frontal.
“Problemas de flexibilidade comportamental e os défices de atenção
são, em geral, sintomas-chave apresentados por pessoas que sofrem de
desordens relacionadas com o controlo dos impulsos (como comportamentos
aditivos), défice de atenção e hiperactividade e algumas desordens de
personalidade”, explica Brennan.
Os resultados sugerem que o peixe-zebra pode desempenhar um papel como
modelo comparativo para o estudo das causas e realização de prognósticos
de algumas desordens. O peixe-zebra é muitas vezes utilizado por
neurocientistas para a investigação de mecanismos de controlo
comportamental e na procura de novos componentes para o tratamento de
doenças como a adição, o défice de atenção ou o autismo.
Fonte: Portal "Ciência Hoje"
Publicado por: Luís Crisóstomo, M5091
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Bioengenharia dá solução para a calvície
Investigadores querem começar com ensaios em humanos dentro de três anos
Quando alguém é atingido pela calvície, a possibilidade do cabelo voltar a crescer de forma natural é, praticamente, impossível. Mas com a ajuda da bioengenharia, o 'milagre' pelo qual muita gente espera pode estar para breve.
Uma equipa de investigadores japoneses desenvolveu uma nova técnica com células estaminais capaz de regenerar totalmente o pêlo. Em ratos adultos sem pêlos nem bigodes, os cientistas implantaram germes de folículo piloso e conseguiram que os pelo crescessem sãos e fortes.
Depois de experimentar em ratos de laboratório, os investigadores estão agora a preparar-se para realizar ensaios clínicos em seres humanos, dentro de três anos para encontrar uma cura para a alopecia e problemas capilares semelhantes.
Link:Fully functional hair follicle regeneration through the rearrangement of stem cells and their niches
Fonte:http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=53917&op=all
Mário Rui Alves m5054
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Tetraplégicos apanham objectos com braços robóticos movidos pelo cérebro
Dia 12 de Abril de 2011. Uma mulher de 58 anos está em casa, sentada à mesa. Pega num cantil com café, levanta-o e bebe com uma palhinha. Torna a pôr o cantil em cima da mesa. Sorri com evidente alegria perante o que acabou de fazer e toda a gente à sua volta aplaude. A celebração justifica-se plenamente: é que desde 1996, quando foi vítima de um AVC que a deixou tetraplégica, ela nunca tinha tomado um café sem ajuda. O que fez a S3 (nome fictício) naquele dia de tão extraordinário? Imaginou que estava a mexer o seu próprio braço e que, com a sua própria mão, segurava no cantil e o levava à boca. E, ao imaginar isso, fez com que um braço robotizado — ao qual ela estava literalmente ligada através de um chip microelectrónico implantado no seu cérebro — executasse os gestos que ela comandava. Essa sua intenção motora (ou, dito de outra maneira, os impulsos eléctricos disparados intencionalmente pelos seus neurónios) fora transmitida pelo implante a um programa de computador capaz de os transformar em movimentos adequados do braço artificial. Esta e outras façanhas de S3 — e as de um segundo doente de 66 anos, tetraplégico desde 2006 e designado T2, são descritas na edição desta quinta-feira da revista Nature.“Ainda temos muito trabalho pela frente, mas os avanços animadores destas investigações são demonstrados não só pelo sucesso [da experiência], mas ainda mais pelo sorriso de S3 quando conseguiu tomar um café sozinha pela primeira vez em quase 15 anos”, diz Leigh Hochberg, da Universidade Brown e um dos principais autores do trabalho.A equipa de Hochberg e de John Donoghue, também da Universidade Brown, e que integra ainda cientistas de Harvard, dos departamentos norte-americanos dos Assuntos dos Veteranos e da Defesa, da agência aeroespacial alemã DLR e da empresa norte-americana DEKA, está actualmente a realizar um ensaio-piloto em seres humanos do seu dispositivo neuronal implantável, baptizado BrainGate. Trata-se de um quadradinho de silício, do tamanho de um pequeno comprimido, com 96 finíssimos eléctrodos à superfície que são capazes de registar a actividade de pequenos grupos de neurónios. Pode ler + em: http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/beber-um-cafe-gracas-ao-poder-da-mente-1546378
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
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Células estaminais podem evitar
efeitos secundários da quimioterapia
Investigadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center fizeram ensaio em três pacientes
Um dos objectivos da actual investigação na área do cancro é descobrir como evitar que os tratamentos anti-tumorais afectem as células saudáveis. Um ensaio com células estaminais realizado no Fred Hutchinson Cancer Research Center de Seattle (EUA) aponta novos caminhos nessa direcção.
O trabalho que os investigadores realizaram consistiu em extrair células da medula óssea (hematopoieticas, porque são as que geram as células sanguíneas), tratando-as com um gene resistente à quimioterapia. Essas células foram injectadas nos pacientes antes da quimioterapia. O artigo que apresenta o resultado dos ensaios está publicado na«Science Translational Medicine».
Esta contribuição de material genético confere resistência ao tratamento. Dessa forma, evitam-se dois dos efeitos adversos mais frequentes neste tipo de terapia: a anemia e a redução de defesas que acontece quando a quimioterapia destrói as células estaminais da medula óssea.
Dirigidos por Hans-Peter Kiem, os investigadores contaram com a participação de três voluntários para o ensaio, que sofriam de um tumor cerebral raro e agressivo, um glioblastoma. Os três sofreram menos de anemia e de redução de defesas de que outros pacientes com a mesma doença.
Conseguiram também sobreviver mais do que a média nestes casos, que é um ano. Um deles teve mais dois anos sem que o tumor piorasse, pois estando protegido as doses de medicação podem ser mais elevadas.
Apesar de promissora, esta terapia ainda precisa de mais testes até poder ser aplicada, admitem os investigadores.
João Santos
m5041
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
Material atrai e mata superbactérias resistentes a antibióticos
Revestimento antibacteriano
Cientistas de Cingapura criaram um novo tipo de material que atrai e mata 99% dos fungos e bactérias que entram em contato com ele.
Melhor do que qualquer antibiótico que se conhece, o novo material está a ser testado em lentes de contato, para prevenir infecções.
Mas os seus potenciais usos praticamente não têm limites, da proteção de materiais de consumo e alimentos até o revestimento de instrumentos cirúrgicos e mobiliários de hospitais.
"Magnetismo" irresistível
O novo material, que pode ser aplicado na forma de um revestimento em outras superfícies, tem uma propriedade similar a um "magnetismo".
Esse "magnetismo bacteriano" é irresistível às bactérias e fungos, que são atraídos e mortos sem a necessidade de aplicação de antibióticos.
Segundo a professora Mary Chan, da Universidade Tecnológica Nanyang, o material é inofensivo às células humanas, o que o transforma na arma ideal contra as superbactérias, que estão desenvolvendo resistência aos antibióticos.
Destruição mecânica de bactérias
O material, que tem a textura de uma esponja, mas com poros invisíveis a olho nu, é feito de um polímero que tem uma carga elétrica positiva.
As células bacterianas, por sua vez, têm uma parede celular caracterizada por uma carga negativa.
Quando a bactéria entra em contato com o material, ela é "sugada" para os poros ultrafinos da esponja, o que faz com que ela se rompa, morrendo imediatamente.
Como a forma de operação do material é estritamente mecânica, as bactérias não podem desenvolver resistência contra ele.
Substituto aos antibióticos
"Nosso objetivo de longo prazo é desenvolver uma versão que possa ser ingerida, para tratarmos infecções bacterianas no interior do corpo, substituindo os antibióticos como tratamento padrão," vislumbra a pesquisadora.
Segundo ela, sua esperança é ter essa versão na forma de medicamento em um período de cinco anos.
Gabriela Diogo m4990
Ciências Biomédicas
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terça-feira, 15 de maio de 2012
HDAC9 Gene Linked to Heart Disease and Diabetes
- 0
Last
month, cardiac researchers at the University of Cincinnati discovered a
unique gene associated with heart disease and diabetes. This gene, the
HDAC9, was shown to prevent the effects of obesity (e.g. high blood
sugar, cholesterol, and fatty liver disease) when deleted from mice
being fed high fat diets.
The HDAC9 gene codes for the enzyme Histone Deacetylase 9, which
belongs to a class of enzymes responsible for controlling DNA
expression. Removing this enzyme from the cellular atmosphere affects
the gene expression profile of the cell in a way that, according to Dr.
Chatterjee, “prevent[s] mice from developing obesity-related diseases
during chronic high-fat feeding.”
Typically, an increase in caloric intake is supposed to decrease the
expression of HDAC9 gene, which is supposed to prime fat cells for
efficient storage of fat content. However, chronic over-feeding leads to
an increase in the expression of HDAC9 in fat cells, leading to a host
of obesity-related symptoms and diseases (such as high blood sugar, high
blood pressure, fatty liver disease, and heart disease).
With the above knowledge, however, scientists can now look to create
drugs that target and decrease the expression of HDAC9, so that like the
mice in Dr. Chatterjee’s study, obesity-related symptoms and diseases
can be mitigated in humans who may be suffering from such conditions.
In: http://www.biomedicalblog.com/hdac9-gene-linked-to-heart-disease-and-diabetes/210900/
David Xavier
m4921
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Estudo com toupeiras abre novo foco na investigação do envelhecimento
Proteína envolvida na vida longa e saudável destes animais tem implicações para o papel da NRG-1 na manutenção dos neurónios
Um típico rato-toupeira pelado vive de 25 a 30 anos, período em que apresenta pouco declínio na atividade física, na saúde óssea, na capacidade reprodutiva e na habilidade cognitiva. Mas qual é o segredo que leva este roedor do leste da África a ter uma vida tão longa e saudável?
Cientistas dos Estados Unidos e de Israel encontraram evidências de que - da infância à velhice - as toupeiras são beneficiadas com grandes quantidades de uma proteína essencial para a função cerebral normal.
"Toupeiras têm o maior nível de um fator de crescimento chamado NRG-1 no cerebelo. Seus níveis são mantidos durante toda a sua vida, desde o desenvolvimento até a idade adulta", diz o principal autor do projeto Yael Edrey.
Comparação entre 7 espécies
O Instituto Barshop tem a maior colônia de ratos-toupeira dos EUA - 2 mil roedores correndo em torno de uma rede de tubos e gaiolas em condições de umidade que simulam seu habitat natural no subsolo. Edrey comparou os níveis de NRG-1 durante o período de vida de sete espécies de roedores: de ratos e cobaias a ratos-toupeira cegos e ratos-toupeira Damaraland.
Os níveis de NRG-1 em ratos-toupeira pelados foram monitorados em diferentes idades variando de 1 dia a 26 anos. As outras seis espécies de roedores têm expectativa de vida que variam de 3 a 19 anos no máximo.
O cerebelo coordena os movimentos e mantém o equilíbrio corporal. A equipe de pesquisa defende a hipótese de que espécies que vivem muito podem manter os níveis de NRG-1 nesta região do cérebro.
Entre cada uma das espécies, os membros de vida mais longa exibiram níveis mais elevados de NRG-1 ao longo da vida. O rato-toupeira pelado teve o fornecimento mais robusto e duradouro da proteína. "Tanto em ratos, quanto em humanos, os níveis de NRG-1 níveis caem com a idade", observa Edrey.
Proteção do cérebro
Os investigadores têm documentado várias características da fisiologia do rato-toupeira pelado, revelando a integridade de proteínas no fígado, rim e músculos. Este é o primeiro conjunto de dados de avaliação das diferenças de espécies em um fator chave envolvido na manutenção da integridade do cérebro de roedores.
"A forte correlação entre este fator protetor do cérebro e duração máxima da expectativa de vida destaca um novo foco na investigação do envelhecimento, aumentando o apoio a conclusões anteriores de que não é a quantidade de dano oxidativo que ocorre em um organismo que determina a expectativa de vida das espécies, mas que mecanismos de proteção podem ser mais importantes neste processo", afirma a autora sénior do estudo Rochelle Buffenstein.
As descobertas, embora não diretamente aplicáveis a seres humanos, tem muitas implicações para o papel NRG-1 na manutenção da integridade dos neurónios.
Julieta Oliveira, M4874
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Restaurar a visão com implantes sem fios
The development of retinal implants has been dogged by problems of unwieldiness since the first implantable stimulator for vision restoration was developed in 1968. Sticking a mess of electronics, with wires, cables and inductive coils, into the human visual system was always going to be a tricky business.
James Loudin and his colleagues at Stanford University in California have developed a solution that overcomes many of these problems by the use of special glasses that fire infrared signals into the eye and onto an implanted array of silicon photodiodes. The system simplifies what needs to be implanted and both transmits visual data and power directly to the implants, eliminating the need for any bulky external power source. Their work is published today in Nature Photonics1.
Retinal implants could help restore vision to damaged eyes.
ANNA OMELCHENKO / SHUTTERSTOCK
In order to explain how the set-up would work, Loudin regularly uses the Star Trek character Geordi LaForge as an analogy. “I'm not well versed in Star Trek any more, and I don't think Geordi had implants,” he says. “However, like his visor, our patients cannot see without the goggles.”
Loudin and his colleagues demonstrated the plausibility of their system by using near-infrared light to stimulate rat retinas into which the photodioides had been implanted. A pocket computer processes images captured by a miniature camera set into a pair of glasses similar to existing video goggles, and a near-to-eye projection system casts these images into the eye and onto the photodiode array using pulsed near-infrared flashes. The array in turn stimulates inner retinal neurons.
....
http://www.nature.com/news/restoring-sight-with-wireless-implants-1.10627
Nelson Teixeira nº m4849 Mestrado em Ciências Biomédias
http://www.nature.com/news/restoring-sight-with-wireless-implants-1.10627
Nelson Teixeira nº m4849 Mestrado em Ciências Biomédias
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
Sol e melanoma: ligação confirmada
Publicado na edição desta quinta-feira da revista Nature, o
artigo, da equipa de Levi Garraway, do Instituto Broad e da Faculdade de
Medicina de Harvard, em Boston (EUA), o estudo permite ter a primeira
observação pormenorizada da “paisagem” genética do melanoma. Nessa
paisagem, os cientistas viram que a taxa de mutações genéticas que
conduziram até ao melanoma era mais elevada entre os doentes com uma
história de exposição crónica ao sol.
“Ao olhar para todo o genoma, pudemos descrever de forma rigorosa o padrão de mutações induzidas pela radiação ultravioleta no melanoma”, sublinha um dos autores do trabalho, Michael Berger, citado num comunicado do Instituto Broad.
Mas mais do que a confirmação de que a exposição excessiva à radiação ultravioleta pode redundar num melanoma, a sequenciação do genoma deste cancro revelou a presença de alterações genéticas até agora desconhecidas. Em concreto, descobriu-se um gene chamado PREX2, também envolvido no cancro da mama.
No melanoma, este gene estava alterado em 44% dos 25 doentes estudados, refere o comunicado. Quando funciona normalmente, o PREX2 comanda o fabrico de uma proteína que impede o aparecimento de tumores, ao controlar o crescimento das células normais. No cancro dá-se precisamente a proliferação descontrolada das células.
Experiências em ratinhos, feitas pela equipa, confirmaram o envolvimento deste gene no melanoma, embora os cientistas digam que não sabem exactamente que papel ele desempenha nesta doença. “O PREX2 pode ser uma nova categoria de genes do cancro mutados que nos indicam alvos terapêuticos para o melanoma”, diz Garraway.
Nas fases iniciais, as taxas de cura deste cancro são elevadas. Em Portugal, há por ano seis a oito novos casos por cada cem mil habitantes, o que é semelhante aos outros países do Sul da Europa.
Publico
Sara Rinaldi,
M4820
“Ao olhar para todo o genoma, pudemos descrever de forma rigorosa o padrão de mutações induzidas pela radiação ultravioleta no melanoma”, sublinha um dos autores do trabalho, Michael Berger, citado num comunicado do Instituto Broad.
Mas mais do que a confirmação de que a exposição excessiva à radiação ultravioleta pode redundar num melanoma, a sequenciação do genoma deste cancro revelou a presença de alterações genéticas até agora desconhecidas. Em concreto, descobriu-se um gene chamado PREX2, também envolvido no cancro da mama.
No melanoma, este gene estava alterado em 44% dos 25 doentes estudados, refere o comunicado. Quando funciona normalmente, o PREX2 comanda o fabrico de uma proteína que impede o aparecimento de tumores, ao controlar o crescimento das células normais. No cancro dá-se precisamente a proliferação descontrolada das células.
Experiências em ratinhos, feitas pela equipa, confirmaram o envolvimento deste gene no melanoma, embora os cientistas digam que não sabem exactamente que papel ele desempenha nesta doença. “O PREX2 pode ser uma nova categoria de genes do cancro mutados que nos indicam alvos terapêuticos para o melanoma”, diz Garraway.
Nas fases iniciais, as taxas de cura deste cancro são elevadas. Em Portugal, há por ano seis a oito novos casos por cada cem mil habitantes, o que é semelhante aos outros países do Sul da Europa.
Publico
Sara Rinaldi,
M4820
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
Terapia genética reverte sintomas de Parkinson
Um estudo levado a cabo por cientistas norte-americanos indica que a terapia genética apresenta resultados positivos entre humanos na redução dos sintomas da doença de Parkinson, nomeadamente tremores, rigidez muscular e outras dificuldades de mobilidade.
A primeira fase da investigação, realizada em vários institutos científicos dos Estados Unidos como o Weill Cornell Medical College (Nova Iorque), consistiu em desenvolver um vírus que "infetasse" as células do cérebro com um gene (NLX-P101) que incrementa a produção de GABA. Este é um composto químico cujos níveis costumam ser inferiores ao normal em doentes de Parkinson.
Do total de 45 pacientes que participaram no estudo, 22 receberam o gene NLX-P101 - desses, 23,1% apresentaram melhorias nas suas funções motoras. Os restantes voluntários, a quem foram administrados placebos, também registaram resultados positivos: 12,7% tiveram uma evolução clínica favorável.
"Este é um enorme avanço no desenvolvimento de uma terapia genética que pode ser aplicada a uma ampla variedade de doenças neurológicas", frisa Michael Kaplitt, coordenador do estudo, citado pela BBC.
De acordo com o médico, os pacientes começaram a sentir melhorias no seu estado clínico logo após o primeiro mês, o que se prolongou durante o decorrer do estudo, que durou seis meses.
A comunidade científica aplaudiu o estudo, que já foi publicado na revistaThe Lancet Neurology, mas ressalva que mais investigações devem ser realizadas.
"Este estudo mostra que a terapia genética é promissora no tratamento de transtornos neurológicos como a doença de Parkinson, mas desconhece-se ainda a duração dos seus benefícios e se a introdução de um vírus no cérebro poderá causar complicações a longo prazo", refere Michelle Gardner, da organização Parkinson UK.
In:http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Terapia-gen%C3%A9tica-reverte-sintomas-de-Parkinson_6191.html
Inês Serra M4817
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terça-feira, 8 de maio de 2012
Consumo de café pode tratar crianças hiperactivas
Estudo mostra que a cafeína restabelece função da dopamina
Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e Centro de Neurociências (CNC) acabam de concluir que a administração de cafeína, em doses equivalentes a três ou quatro chávenas de café por dia, controla o défice de atenção e hiperactividade sem causar efeitos secundários, nomeadamente dependência, como acontece com a ritalina, o fármaco derivado da anfetamina utlizado actualmente para controlar a patologia.
Segundo o líder da investigação, Rodrigo Cunha, “é seguro afirmar que o consumo de café é benéfico em crianças e adolescentes, mas a clínica deve obedecer a todo um protocolo”. O também docente da Faculdade de Medicina (FMUC) sublinha que “os resultados obtidos carecem ainda de ensaios clínicos e, por isso, não se deve ainda recomendar aos cuidadores de crianças hiperactivas a inserção de café na sua dieta”.
As conclusões da investigação, a ser publicada na revista European Neuropsychopharmacology, são promissoras para o “desenvolvimento de uma nova geração de fármacos muito mais selectivos, ou seja, medicamentos que actuam apenas no tratamento da défice de atenção e hiperatividade, não causando os denominados efeitos colaterais ou secundários, concretamente toxicidade e dependência”, conclui Rodrigo Cunha
Tiago Roxo M4807
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
Influenza 'Histone Mimic' Suppresses Antiviral Response
For a virus like influenza, the key to success isn't in overpowering the immune system, it's in tricking it. A team of researchers led by scientists at The Rockefeller University has identified a novel mechanism by which influenza viruses hijack key regulators of the human body's normal antiviral response in order to slip by it undetected. The finding, reported recently in Nature, shows that the immunosuppressive NS1 protein of the influenza A virus mimics a core component of gene regulating machinery in order to block antiviral gene function. The results they describe have major implications for our understanding of the biology of the seasonal influenza virus and its pathogenesis. The research also suggests a possible target for a new class of antiviral and anti-inflammatory drugs.
The researchers, led by Alexander Tarakhovsky, head of the Laboratory of Lymphocyte Signaling, showed that the NS1 protein of the H3N2 strain of influenza -- the "seasonal" flu -- contains the same sequence of amino acids as the "tail" domain of a DNA packaging protein in humans called histone H3. The histones are present in the cell nucleus and play an important role in gene activation. Chemical modifications of the histone "tails" allow recruitment of effector proteins that, in turn, determine which genes are switched on or off. Chemical modifications of histones were first identified by Rockefeller scientist Vincent G. Allfrey in the early 1960s. Decades later, Rockefeller University's C. David Allis proposed the "histone code" theory that describes the importance of histone tails in regulating a wide array of cellular functions.
"By mimicking the histone H3 tail, the NS1 tail gives the virus access to the core of gene regulating machinery," says first author Ivan Marazzi, a postdoctoral fellow in the Tarakhovsky lab. "Through this mimicry the virus targets a set of proteins in the nucleus of the infected cells and impairs the antiviral host cell response."
Marazzi, working with graduate student Jessica Ho, discovered the ability of the NS1 protein to track and target a protein complex called PAF1C, which has been previously studied extensively by Robert G. Roeder's lab at Rockefeller. Together with Roeder's lab, the Tarakhovsky lab revealed the ability of NS1 to interfere with the activity of PAF1 complex. This complex turned out to be essential for the expression of the genes that are responsible for antiviral response.
"NS1 is hijacking PAF1C and using its similarity with the H3 'tail' to gain access to a position in the genome that helps the virus to block antiviral genes," says Ho. "This finding extends the known ability of pathogens to reveal key regulatory processes and to use them for the pathogen's advantage."
The current study bears several major implications for influenza research and treatment. The NS1 protein varies from strain to strain and the NS1 "tail" specifically appears to be one of the most diverse parts of the NS1 protein. Some flu strains such as H1N1, which was responsible for the 2009 pandemic, do not contain an NS1 "tail" at all. Together with their collaborator, prominent flu researcher Adolfo Garcia-Sastre of Mount Sinai School of Medicine, the Tarakhovsky lab plans to test if diversification of the NS1 "tail" helps the influenza virus to maintain a long-term presence within human or animal populations. If so, it could explain how the influenza virus, which has no history of integration into animal or human DNA, has "learned" about the functional benefits of the histone "tail."
Finally, by identifying PAF1C as a NS1 target, the researchers may have found a promising new target for attenuation of inflammatory responses. In collaboration with GlaxoSmithKline, previous efforts of the Tarakhovsky lab in this direction yielded a synthetic "histone mimic" called I-BET. By binding to BET proteins that control inflammatory gene expression, I-BET suppresses inflammation. I-BET and the related compound JQ1, which has been identified by Jay Bradner at the Dana-Farber Cancer Institute at Harvard Medical School, are now considered a new generation of so called "epigenetic" drugs, i.e., drugs that control DNA function without interfering with it directly.
The current discovery is proof and validation of the functional importance of "histone mimicry," Tarakhovsky says, a phenomenon that was first discovered by Srihari Sampath, a Rockefeller M.D.-P.hD. student in Tarakhovsky's lab.
"Mimicry is a general biological phenomenon that facilitates adaptation of living beings to changes in their environment," says Tarakhovsky. "In the case of pathogens, we are 'locked' in a constant race. As we change, pathogens adapt to us and we keep adapting to each other in order to maintain a status quo in the race. By displaying histone mimicry, the flu virus may have found the most optimal approach to adapting to host response and using it to the maximum advantage of the virus. It will be fascinating to watch the future evolution of the histone mimic and our response to it."
The creation of this blog came from a challenge posed to Masters students of Biomedical Sciences of the University of Beira Interior, Covilhã (Portugal), by Professor Doctor José Eduardo Cavaco within the course "Project in Biomedical Sciences''.
The Biomedical Sciences combine the areas of Biology, Biochemistry, Physics, Management and Engineering, stimulating the capacity for self learning, critical thinking and adaptation to new technologies.
Thus, the Biomedics integration in different areas of the national and international job market is possible as technical supporters in clinical environment, consulting, industry, education and research.
For more information: http://www.ubi.pt/Curso/907.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Quanto ‘melhor’ for a borga pior é o esperma
Estudo sugere que a qualidade do sémen diminui durante as semanas académicas
Margarida Fardilha acaba de concluir, num estudo pioneiro, que os
excessos próprios de uma semana académica diminuem em mais de 20 por
cento a concentração dos espermatozoides e alteram em 15 por cento a
morfologia destas células reprodutoras masculinas.
A investigadora da Universidade de Aveiro (UA) liga a influência dos
abusos estudantis, como o aumento do consumo de álcool, tabaco, drogas e
mudanças na alimentação e nos ciclos de sono, durante as semanas
académicas de Aveiro e Coimbra ao decréscimo da qualidade do esperma.
A bióloga explica que existem várias publicações que indicam que a qualidade do sémen está a diminuir na população por várias razões, sendo uma delas o estilo de vida. Mas nunca antes se havia estudado a influência do consumo prolongado de álcool e drogas num período de ingestão agudo e curto na qualidade do sémen.
Por isso, neste estudo a equipa da UA procurou “avaliar como é que alterações dramáticas têm influência na qualidade dos espermatozoides” com o intuito de “alertar as camadas jovens que se isso for repetido ao longo de vários anos ou semanas poderá ser uma influência negativa na qualidade final e daí advirem problemas futuros quando quiserem utilizar espermatozoides para engravidar”, explica Margarida Fardilha.
Os resultados reportam a uma investigação que teve início em 2010 e que recolheu amostras de sémen de 55 alunos voluntários das Universidades de Aveiro e Coimbra para avaliar a qualidade do sémen depois de uma semana de excessos.
As recolhas ocorreram dias antes do início do Enterro do ano, no caso dos de Aveiro, e da Queima das Fitas, no caso dos de Coimbra, dias depois do final dos festejos académicos e três meses depois da segunda recolha.
Para além da entrega das amostras os voluntários preencheram, nos três momentos, um questionário de controlo sobre o consumo de álcool, de drogas, de tabaco e de outros hábitos.
Em termos de conclusões, a investigadora destaca que “uma semana de alterações drásticas no estilo de vida tem influências negativas na concentração da amostra de sémen”. Para além disso, “há uma alteração negativa na morfologia dos espermatozoides” e “a mobilidade dos espermatozoides também é reduzida”.
Neste momento, os investigadores estão “a tentar aumentar o número de amostras” e estão a fazer “uma análise mais a nível de energia molecular para ver se as moléculas também estão alteradas a nível de sinalização celular nestas amostras”, avança Margarida Fardilha.
Publicado por: João Rufo M4789
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Químicos produzem molécula para detectar Alzheimer
A PiB já está disponível para exames clínicos em
Coimbra
Investigadores
da Universidade de Coimbra produziram uma molécula única, a PiB (composto B de
Pittsburgh), que possibilita detectar a doença de Alzheimer antes de os
sintomas clínicos se revelarem.
Trata-se de um exame que “necessita de uma logística complexa pois, devido ao seu curto tempo de vida, a PiB só pode ser sintetizada minutos antes da aplicação ao doente".
Trata-se de um exame que “necessita de uma logística complexa pois, devido ao seu curto tempo de vida, a PiB só pode ser sintetizada minutos antes da aplicação ao doente".
Assim,
quando o paciente dá entrada no Instituto Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde
(ICNAS), "a equipa de produção é informada, sendo a molécula
sintetizada enquanto os técnicos preparam o doente para a realização do exame”,
explicam os coordenadores da equipa de investigação, Antero Abrunhosa e
Francisco Alves. A PiB é um composto altamente sensível, baseado em Carbono-11, um isótopo que é produzido pela primeira vez em Portugal e que “tem um tempo de vida útil de apenas 20 minutos, exigindo assim que o exame clínico se realize exclusivamente em unidades que possuam um ciclotrão, como é o caso do ICNAS”, afirma Francisco Alves, responsável pelo ciclotrão e também professor da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra.
O produto está já a ser usado no âmbito de um projecto liderado por Miguel Castelo Branco, director do ICNAS. “É uma óptima ferramenta para validar tratamentos das doenças neurodegenerativas e abre uma janela para uma nova era da medicina preventiva. A partir de aqui, é possível testar os novos medicamentos numa fase precoce da doença, mesmo antes dos sintomas se manifestarem”, afirma o neurocientista.
Segundo Antero Abrunhosa, que lidera o Laboratório de Radioquímica do ICNAS, “a produção desta molécula e, consequentemente, este tipo de exames médicos, só acontece nos principais centros de investigação do mundo. Permitir que os doentes portugueses tenham acesso a um diagnóstico atempado sobre a principal causa de demência é, sem dúvida, um marco decisivo”.
Sónia Alexandra Pereira Miguel
M4749
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Frutos Vermelhos protegem contra a Doença de Parkinson
Pessoas que consomem alimentos ricos em flavonóides – sobretudo frutos
vermelhos – correm menos risco de vir a desenvolver a doença Parkinson, revela
um novo estudo, publicado na revista “Neurology”, realizado pela Universidade de Harvard e pela Universidade de
East Anglia.
O estudo veio reforçar a evidência dos benefícios dos flavonóides – existentes por exemplo em frutos vermelhos, citrinos, vinho tinto, maçãs - para a saúde humana. Estudos anteriores já tinham revelado que o consumo deste tipo de compostos oferece uma maior proteção contra várias doenças incluindo as cardiovasculares, hipertensão, alguns tipos de cancro e demência.
Nesta investigação, a equipa da Harvard University e da University of East
Anglia contou com a participação de 130.000 indivíduos, dos quais 800
desenvolveram doença de Parkinson durante os vinte anos do período de
acompanhamento.
Após terem analisado as dietas e ajustado a idade e estilos de vida dos indivíduos, os investigadores verificaram que os participantes do sexo masculino que
consumiam mais flavonóides apresentavam um risco 40% menor de desenvolver doença
de Parkinson do que aqueles que consumiam menores quantidades destes
compostos. A associação entre o consumo destes alimentos e o risco de desenvolver a
doença não foi tão significativa para as mulheres.
No entanto, na análise dos
efeitos de uma subclasse dos flavóides conhecida por antocianinas – existentes
sobretudo nos frutos vermelhos - os efeitos foram relevantes para ambos os
sexos. O estudo revelou que os participantes – masculinos e femininos - que
consumiam mais de uma porção de frutos silvestres, por semana, tinham um risco
25% menor de desenvolver doença de Parkinson, em comparação com os que não
ingeriam este tipo de frutos.
Fonte:http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Frutos-vermelhos-protegem-contra-doença-de-Parkinson_10729.html
Ana Costa - M4715
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