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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Cientistas descobrem por engano que antibiótico antigo pode tratar Parkinson

Um antibiótico usado há mais de meio século contra infecções bacterianas pode ajudar no tratamento da doença de Parkinson.
Segundo um estudo publicado este mês na revista Scientific Reports, o antibiótico doxiciclina pode ser indicado em doses mais baixas para tratar a doença degenerativa, porque reduz a toxicidade de uma proteína chamada α-sinucleína, que danifica as células do sistema nervoso central.
A morte dos neurónios dopaminérgicos, produtores do neurotransmissor dopamina, está relacionada com sintomas de Parkinson, como tremores, lentidão de movimentos voluntários e rigidez. Não há actualmente medicamentos capazes de impedir que esse processo degenerativo progrida.
A pesquisa contou com apoio da Fundação FAPESP, de São Paulo, no Brasil, e com a participação de três cientistas brasileiros vinculados à Universidade de São Paulo (USP): Elaine Del-Bel, da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP), Leandro R. S. Barbosa e Rosangela Itri, ambos do Instituto de Física (IF), na capital.
“Temos dados animadores de experiências em cobaias, e uma grande esperança de que o efeito neuroprotetor também possa ser observado em pacientes humanos. Tal tratamento poderia impedir a evolução da doença de Parkinson e, portanto, pretendemos iniciar em breve um ensaio clínico”, disse Elaine Del-Bel em entrevista à Agência FAPESP.
A descoberta aconteceu há cinco anos, quando Marcio Lazzarini, ex-aluno de Del-Bel, realizava um pós-doutoramento no Max Planck Institute of Experimental Medicine, na Alemanha.
Para estudar possíveis alternativas terapêuticas contra o Parkinson em cobaias, a equipa recorreu na altura a um modelo consagrado para induzir nos animais uma condição semelhante à doença humana.
O método consiste em administrar uma neurotoxina – a 6-idroxidopamina (6-OHDA) – que causa a morte dos neuónios dopaminérgicos.
“Para nossa surpresa, dos 40 animais que receberam a 6-OHDA, apenas 2 desenvolveram sintomas de parkinsonismo, enquanto os restantes permaneceram saudáveis“, explica o cientista.
“Uma técnica do laboratório percebeu que eles tinham sido alimentados por engano com uma ração que contém doxiciclina. Começámos então a investigar a hipótese de que a substância poderia ter protegido os neurónios”, contou Del-Bel.
A equipa repetiu a experiência e acrescentou um segundo grupo de animais, que, em vez de receber a doxiciclina através da ração, foi tratado com injecções do antibiótico.
“Foi um sucesso nos dois casos. Publicámos os resultados na revista Glia, em 2013, sugerindo que, em doses sub-antibióticas, a doxiciclina poderia ter um efeito anti-inflamatório, protegendo os neurónios dopaminérgicos”, contou Del-Bel.


Fonte:http://zap.aeiou.pt/cientistas-descobrem-engano-antibiotico-antigo-pode-tratar-parkinson-150575

Comentário do Bloguista: Parkinson é uma doença do sistema nervoso central,que afecta a capacidade do cérebro de controlar os movimentos, não há cura e o fármacos utilizados ajudam apenas no controle dos sintomas. Publicou-se esse mês na revista Scientific Reports, um grupo de cientistas, descobriu em animais que o antibiótico Doxiciclina pode ser indicado em baixas dose no tratamento do Parkinson. 
Achei interessante a notícia, espero que continuem os estudos e sejam observados os mesmos efeitos em pacientes humanos


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Investigadores catalães criam vírus que combate células cancerígenas.


Trabalhamos com adenovírus oncolíticos, vírus modificados para atacarem exclusivamente células cancerosas sem atacar o tecido normal, como forma de terapia dirigida”, afirmou o primeiro autor do estudo, Carlos Fajardo.
No documento publicado na revista Cancer Research, o grupo do Instituto de Investigação Biomédica de Bellvitge afirma ter conseguido contaminar células cancerosas com o vírus, levando-as a produzir um anticorpo que combate uma proteína presente em muitos tipos de cancro.
Os adenovírus provocam constipações, conjuntivite ou gastroenterite, mas quando são alterados, conseguem ser uma arma específica contra o cancro.
Os investigadores querem agora atrair o investimento de empresas que trabalham a desenvolver anticorpos para colaborar na criação em laboratório de vírus para combater o cancro.




Fonte:http://zap.aeiou.pt/investigadores-catalaes-criam-virus-combate-celulas-cancerigenas-149401

Comentário do BloguistaO câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo,a cada ano 8,2 milhões de pessoas morrem devido à doença.
Atualmente, mais de 32 milhões de pessoas vivem com a doença no mundo todo,
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos de câncer continuará aumentando mesmo com o enorme investimento no combate à esta doença, esta descoberta contribuirá de maneira significante para o combate deste mal,apesar de usar os seus mecanismos de escape.


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Cientista cria teste inédito que detecta VIH logo após a infecção

Uma cientista brasileira criou um teste revolucionário, que pode dizer se uma pessoa está contaminada logo na primeira semana em que se infectou.
A cientista Priscila Kosaka faz parte de uma equipa de cientistas do Conselho Nacional de Investigação da Espanha (CSIC), que desenvolveu um biossensor rápido para diagnosticar a infecção pelo VIH.
O exame que existe atualmente só deve ser feito após um mês de exposição a alguma situação de risco, como sexo sem preservativo ou partilha de agulhas – período em que o corpo ainda não produziu anticorpos suficientes para serem encontrados.
Há duas maneiras de se detectar o VIH no sangue. A primeira é a partir da identificação do RNA viral com testes de amplificação de ácido nucleico. Com este exame – que apesar de ser muito exacto, é extremamente caro – existe um limite de detecção de 20 a 35 cópias de RNA por mililitro de sangue, uma concentração que pode ser encontrada duas semanas após a infecção.
A segunda técnica consiste em detectar uma proteína do VIH-1, a p24, quando alcança 10 picogramas por mililitro de sangue. Essa concentração pode ser atingida aproximadamente entre três e quatro semanas após a infecção.
O que Kosaka e outros cientistas fizeram foi pegar neste último teste e melhorá-lo. No novo exame, o soro (material obtido a partir da coagulação do sangue) é depositado no biossensor, que já está preparado para encontrar qualquer partícula de proteína p24.
“O sensor é como um trampolim. Vibra com uma determinada frequência quando há algo sobre ele”, explica Priscila Kosaka, em entrevista a EXAME.com. Assim, possível medir a massa das proteínas. Depois, são colocadas sobre o sensor nanopartículas de ouro.
“Elas possuem ressonâncias ópticas que fazem as proteínas brilhar”, diz Kosaka.
De acordo com a cientista, a combinação da estrutura mecânica do biossensor com as nanopartículas de ouro faz com que o exame seja 100 mil vezes mais sensível à proteína p24 do que o teste tradicional.
“A especificidade é tão alta que a taxa de erro é quase mínima“, adianta a especialista.
Todo esse processo demora menos de cinco horas para estar concluído e os resultados clínicos podem ser obtidos no mesmo dia.
Além de pacientes, que poderão detectar o VIH e começar mais cedo o tratamento, o teste vai ajudar os bancos de sangue, já que os doadores contaminados há menos de um mês não conseguem detetar o vírus.
“A nossa tecnologia irá evitar que outra pessoa receba sangue contaminado”, diz Priscila, sublinhando que, apesar de ainda não saber quanto é que o teste irá custar, o objetivo é que seja barato.

Fonte: http://zap.aeiou.pt/cientista-cria-teste-inedito-detecta-vih-logo-apos-infeccao-149705

Comentário do Bloguista: Este novo teste vem revolucionar o mundo da medicina na área de diagnostico poderá se detetar o VIH e começar o mais cedo o tratamento, o teste vai ajudar os bancos já que os doadores contaminados há menos de um mês não conseguem detetar o vírus este teste ira evitar que outra pessoa receba sangue contaminado que o mesmo seja barato. 


sábado, 25 de fevereiro de 2017

Herpes virus may be a trigger for autism

"Herpes simplex virus type 2 (HSV-2), the primary cause of the blistering genital disease that infects roughly one in five U.S. women of childbearing age, may play a role in autism, according to a new study. Active infection with the virus in early pregnancy doubles the chance that a male fetus will develop autism spectrum disorder (ASD) early in life, researchers have found in studying one large Norwegian population. The finding does not mean that all pregnant women with an active HSV-2 infection will give birth to autistic children, but that—in a subset of women thought to be genetically predisposed—the infection may be one of an unknown number of triggers for the condition.
“It’s a very important paper,” says Karen Jones, a behavioral neuroimmunologist at the University of California, Davis, who was not involved with study. “It’s also really important to remember that not every mom who has HSV-2 is going to have a kid with autism.”
Population studies in the United States and other high-income countries put the prevalence of ASD at 1% to 2%, with higher rates for men; the prevalence in U.S. boys is one in 42, or 2.4%. Using data from the Norway Autism Birth Cohort, the scientists—led by a team at Columbia University—identified 442 mothers of children with ASD and matched them with 464 mothers who gave birth to unaffected children of the same sex, in the same month and year, from 1999 to 2008. For all the women, blood samples were available from midpregnancy and the time of birth. The researchers tested the samples for antibodies to five microbes that are known to damage fetuses: Cytomegalovirus, Toxoplasma gondii, rubella, HSV-1, and HSV-2."




Fonte: http://www.sciencemag.org/news/2017/02/herpes-virus-may-be-trigger-autism


Comentário do Bloguista: As mulheres que contraem herpes genital nos primeiros meses de gravidez têm o dobro de chances de dar à luz um bebé autista, acredita-se que a resposta imunológica da mãe ao vírus da herpes HSV-2 poderá afetar o desenvolvimento do sistema nervoso central do feto, aumentando o risco de autismo", explicou Milada Mahic, cientista do Centro de Infecção e Imunidade da Universidade de Columbia em Nova York, autora principal deste estudo. Segundo a mesma fonte é o primeiro estudo a demonstrar que a resposta imunológica de uma mulher pode ter efeitos nocivos no cérebro do feto em desenvolvimento e influenciar a probabilidade de que a criança tenha autismo.

Proteína associada à dislexia pode regenerar tecido nervoso

"Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S) descobriram que uma proteína associada à dislexia pode atuar no desenvolvimento dos neurónios e na regeneração do tecido nervoso.
Este trabalho, publicado na revista científica 'Cerebral Cortex', mostra que a proteína KIAA0319 "é muito importante na regulação do crescimento dos axónios (prolongamento que liga um neurónio a outro)" e que, conseguindo-se "diminuir os seus níveis", é possível "aumentar a capacidade regenerativa do tecido nervoso", disse à agência Lusa a investigadora líder do projeto, Mónica Sousa.
Para obter estes resultados, a equipa recorreu a trabalhos 'in vitro' e 'in vivo' (ratos), nos quais comprovou que a KIAA0319, quando recebe um sinal, desencadeia uma cascata de acontecimentos que têm efeitos claros no desenvolvimento dos neurónios, incluindo o crescimento e a orientação, lê-se num comunicado sobre a investigação.
Ou seja, "a presença desta proteína e a sua quantidade nos neurónios determina o efeito que um sinal pode ter quando chega à célula", acrescenta o documento.
Mónica Sousa indica que a dislexia está associada a baixos níveis de KIAA0319, devido a um tipo de erro que ocorre durante o desenvolvimento embrionário, e que se manifesta quando as crianças começam a aprender a ler, por exemplo. Em doenças deste género, os profissionais sequenciam o genoma de indivíduos normais e comparam-no com o genoma de indivíduos disléxicos, para se descobrir uma porção deste material genético que esteja alterada. Para além do gene KIAA0319, existem outros que explicam o fenómeno da dislexia, como é o caso do ROBO1 e do DCDC2.
Quanto ao ROBO1, "já se demonstrou que tem uma forma de ação muito similar à descrita agora para o KIAA0319", estando ambos "sub-expressos nos casos de dislexia e, quando sobre-expressos, reduzem o crescimento dos axónios", lê-se na nota informativa.

Novos caminhos para a regeneração do tecido nervoso

Estes resultados "permitem descrever o conjunto de acontecimentos dentro dos neurónios, que são dependentes da proteína expressa pelo gene KIAA0319 e dos sinais que ela recebe do meio circundante, permitindo desenhar um mapa de moléculas que interagem entre si para que os neurónios se desenvolvam ou não", afirmou Mónica Sousa.
O trabalho da equipa coordenada pela investigadora passa por "perceber o papel que desempenham determinadas proteínas no desenvolvimento dos neurónios, jovens ou adultos, com o objetivo de abrir novos caminhos para a regeneração do tecido nervoso".
Uma vez identificados os genes que regulam o crescimento axonal, procura-se verificar como é que estes e as proteínas que eles codificam agem, com o propósito de completar o "puzzle" de acontecimentos bioquímicos que são afectados por cada um desses genes.
No futuro, pretendem encontrar "uma solução eficaz e segura", "capaz de inibir a proteína", podendo ser utilizada como uma opção terapêutica em situações nas quais é necessário aumentar o crescimento axonal, como as lesões severas.
Neste projeto, que conta com a colaboração de profissionais da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), estão envolvidos cerca de dez investigadores."





Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/proteina-associada-a-dislexia-pode-regenerar-tecido-nervoso


Comentário do Bloguista: A dislexia é a dificuldade de aprendizagem mais comum. É definida como a dificuldade de aprendizagem específica de origem neurológica. Caracterizada por dificuldades com reconhecimento preciso e/ou fluência nas palavras, além de má ortografia e habilidades de decodificação. Vários estudos mostram a relação da doença com a proteína KIAA0319, que quando codificada pode desempenhar um papel no desenvolvimento do córtex cerebral através da regulação da migração neuronal e adesão celular. É caso para dizer, que a ciência vem marcando passos largos para evolução, muito para além do mero desenvolvimento.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Veneno de molusco marinho surge como solução no controlo da dor crónica

"Um composto extraído do veneno de um molusco marinho da família dos cones atua como supressor da dor, podendo ser alternativa aos medicamentos da classe dos opióides, anunciaram esta segunda-feira cientistas da Universidade de Utah, nos Estados Unidos.
A descoberta, publicada na edição online da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, abre caminho ao desenvolvimento de medicamentos de combate à dor crónica que evitem os opióides, medicamentos sintéticos poderosos, mas extremamente viciantes.

“A natureza deu origem à evolução de moléculas muito sofisticadas, com efeitos surpreendentes e que permitem descobrir os diferentes caminhos de atuação das substâncias no sistema nervoso”, disse Baldomero Olivera, professor de biologia na Universidade de Utah que liderou o estudo.

Os moluscos da família dos cones utilizam dardos microscópicos para injetarem o veneno com que paralisam as presas. O veneno de algumas espécies, especialmente do ‘conus textile’, é mortal para os humanos.
O composto extraído do veneno do ‘Conus regius’ que combate a dor foi designado ‘Rg1A’ e os investigadores concluíram que os mecanismos através dos quais atua sobre os centros nervosos da dor são totalmente diferentes dos verificados com os opióides.
Baldomero Olivera salienta que uma das novidades do ‘Rg1A’, testado em ratos, é a de os efeitos de supressão permanecerem muito tempo depois de o composto ser eliminado pelo organismo, ao fim de quatro horas.
Outro dos investigadores que realizaram o estudo, Michael McIntosh, adiantou que “que os efeitos do composto mantiveram-se, continuando a suprimir a dor 72 horas depois de ter sido injetado”.
“Estes resultados são particularmente promissores porque abrem possibilidades de prevenção. Uma vez instalada, a dor crónica é muito difícil de tratar e este composto oferece um potencial novo caminho para prevenir o processo de instalação da dor crónica e nova esperança de tratamento para pacientes que esgotaram quase todas as opções disponíveis”, referiu Michael McIntosh.
As propriedades de supressão da dor do ‘Rg1A’ foram testadas com a administração do composto a ratos que tinham sido expostos a quimioterapia que provoca extrema sensibilidade o frio e dor forte.
Os ratos injetados com o novo composto não sofreram dor, ao contrário dos ratos sujeitos à quimioterapia sem terem sido injetados com o ‘Rg1A’
O próximo passo na investigação será, segundo os autores do estudo, iniciar “testes pré-clínicos” para avaliar a segurança e comprovar a eficácia do novo tratamento."

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Fonte: http://zap.aeiou.pt/veneno-molusco-marinho-surge-solucao-no-controlo-da-dor-149962

Comentário do Bloguista: Mais uma solução para a dor crónica. Um veneno de um molusco marinho da família dos Cones surge como solução no controlo da dor crónica. O composto extraído do veneno do Conus foi designado Rg1A. Este composto actua como supressor da dor, podendo ser alternativa dos fármacos da classe dos opióides. Segundo as experiências realizadas o Rg1A suprimiu a dor durante 72 horas depois de ter sido injectado, mostrou acção diferente dos opióides. Anunciaram os cientistas da Universidade de Utah, nos Estados Unidos nesta segunda-feira.

O fim das constipações está perto

«Cientistas das universidades de York, Leeds e Helsínquia dizem estar mais perto de descodificar o vírus da comum constipação, responsável também pela pólio e febre aftosa.
Os resultados da investigação, publicados hoje na revista Nature Communications, revelam o funcionamento de um "código oculto" no genoma do 'parechovirus' humano, da família dos 'picornavírus' (pequenos vírus ARN - propensos a mutações genéticas).

(...)

Os cientistas descobriram que os detalhes do mecanismo de descodificação eram idênticos em todas as estirpes de vírus, o que potencialmente permitia que um único fármaco os tratasse a todos, algo que já não era possível com uma vacina.
O que a equipa está a fazer agora é procurar potenciais medicamentos antivirais que ataquem o mecanismo de encriptação. Reidun Twarock, biólogo e matemático de York, explicou que até agora os cientistas assumiam que os sinais que regulam a montagem de um vírus estavam localizados numa única área do genoma, e que o que o estudo sugere é que o mecanismo depende de locais dispersos.

(...)

Descobrindo esse "código escondido" que é responsável pela formação do vírus é possível lutar contra ele...»



Fonte: http://www.dn.pt/sociedade/interior/o-fim-das-constipacoes-esta-perto-5684249.html

Comentário do Bloguista: A constipação comum infecta muitas pessoas por ano, sendo um dos agentes patogénicos com mais sucesso. Desta forma, estudar o vírus da constipação comum e perceber todos os mecanismos a ele associados com a posterior aplicação de um medicamento antiviral que desative todo o processo de formação do vírus pode evitar o conjunto de complicações inerente a uma constipação.